Existe uma crença persistente entre quem trabalha com criação — design, fotografia, redes sociais, edição de vídeo — de que CNPJ é "coisa de empresa grande". Que formalizar parece burocrático demais para quem só quer trabalhar com o que gosta.

Essa crença custa dinheiro. Concretamente, na forma de clientes que não fecham contrato sem nota, de impostos pagos como pessoa física sem necessidade e de uma percepção de amadorismo que limita o crescimento.

Quais atividades criativas permitem MEI

A boa notícia é que a maioria das atividades do mercado criativo está na lista de permissões do MEI. Entre as principais:

É importante verificar o código de atividade correto (CNAE) para o seu serviço específico. Um código errado pode causar problemas na emissão de nota fiscal ou na tributação.

Por que o criativo precisa mais de nota fiscal do que imagina

O mercado criativo passou por uma transformação nos últimos anos. Agências de publicidade, startups, e-commerces e empresas de médio porte passaram a contratar freelancers regularmente. Esses contratantes têm departamentos financeiros e jurídicos que exigem documentação. Sem nota fiscal, você fica fora dessa fatia do mercado — que geralmente paga melhor.

O erro do criativo que abre MEI mas não se organiza

Abrir o MEI e não acompanhar o faturamento é um risco real para criativos em crescimento. Um designer que começa faturando R$ 3.000 por mês pode, em dois anos de bom trabalho, estar próximo dos R$ 6.000-7.000 mensais. Sem controle, ultrapassa o limite MEI sem perceber — e enfrenta um ajuste tributário pesado.

O que muda na sua vida profissional com o MEI em dia

A Nexmei foi criada pensando especialmente em profissionais criativos. Sabemos que você não quer perder tempo com portal da prefeitura, boleto de DAS e controle de limite. Você quer criar. A gente cuida do resto.

Para criativos que querem crescer sem burocracia

A Nexmei cuida do MEI de designers, social medias, fotógrafos e freelancers digitais em todo o Brasil.

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